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Veja como e por que você deve atender às normas da vigilância sanitária em seu mercado!

Pode até ser que você já tenha ouvido falar da importância de seguir as normas da vigilância sanitária. Mas, será que você sabe bem como é que isso funciona na prática? Quais regras são essas? O que é necessário fazer para enquadrar o estabelecimento dentro delas e evitar penalizações?

Pensando em ajudar você a entender melhor essas questões, resolvemos elaborar este artigo. Nele, vamos responder essas perguntas e explicar quais ações precisam ser colocadas em prática para que o seu negócio atue dentro das regras. Continue a leitura para saber mais sobre o assunto!

O que é a vigilância sanitária?

A vigilância sanitária (tanto do município quanto do estado) é o órgão responsável por garantir que as recomendações feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sejam cumpridas. 

Essas diretrizes então têm como objetivo proteger a saúde de toda a população, além de prevenir e eliminar (ou diminuir) as ameaças que podem existir nas empresas e que possam colocar seus consumidores em risco. Logo, as regras são válidas para o ramo da alimentação, de medicamentos, limpeza, beleza, higiene pessoal, entre outros.

Quando você deu início ao processo de abertura da sua empresa, certamente teve que obter uma licença da vigilância sanitária do município para que tivesse autorização para funcionar. Acontece que se você não continua cumprindo os requisitos, corre o risco de perder a permissão e ter o mercado interditado.

As normas impostas pelo órgão estão ligadas a todos cuidados que devem ser tomados no estabelecimento para que se tenha as condições ideais de higiene, limpeza e qualidade. Sendo assim, você precisa tomar cuidado com a manutenção das instalações, dos equipamentos, dos utensílios e de todos os processos que envolvem o armazenamento, a manipulação, o preparo e a exposição de produtos.

Por que é tão importante seguir as normas da vigilância sanitária?

O primeiro motivo pelo qual você deve se preocupar em cumprir as normas da vigilância sanitária é a segurança alimentar e a contribuição para a saúde dos seus consumidores. Afinal, você não quer associar o nome da sua marca a uma imagem negativa de quem vende produtos estragados, não é mesmo?

Além dessa questão, ainda podemos citar as punições que são aplicadas pelo órgão caso você descumpra as regras. Então, podem ser aplicadas multas, sanções e, em casos mais graves, o cancelamento da licença de funcionamento para o seu comércio.

Afinal, o que fazer para atender a essas normas?

Agora, você já sabe por que precisa adotar procedimentos que visam cumprir as exigências da vigilância sanitária, certo? Para ajudar você nessa missão, vamos explicar quais ações podem (e devem) ser adotadas para garantir que as regras sejam respeitadas. Veja quais são elas nos tópicos a seguir.

Não misturar categorias dos produtos

Todos as mercadorias que entram na categoria de produtos de limpeza devem ser colocadas em área totalmente separadas dos alimentos. Isso vale tanto para a loja quanto para o depósito e o objetivo é eliminar os riscos de contaminação. 

Esses produtos, quanto consumidos, causam sérios danos à saúde e esse é mais um motivo para organizar o mercado da forma correta.

Caso você precise aplicar venenos (como é o caso de uma dedetização), não tente improvisar. O ideal é contratar uma empresa especializada, que saberá exatamente como proceder, o que deve ser evitado e como garantir a segurança dos alimentos.

Higienizar os ambientes da forma correta

A limpeza e a higiene do estabelecimento são primordiais — tanto para o cumprimento das normas quanto para a imagem que você transmite para os seus clientes. Elas devem ser feitas de forma periódica, mas, em algumas áreas, a frequência deve ser ainda maior. É o caso do hortifrúti e do açougue, por exemplo.

Se existe alguma área em que os alimentos são manipulados pelos funcionários (como o setor de frios e fatiados), você ainda deve ter a preocupação com a higiene desses colaboradores. Eles precisam usar avental, luvas e toucas. Tudo isso é necessário para evitar o risco de contaminação.

Treinar os colaboradores a respeito da higiene pessoal e do ambiente

Já que estamos falando do envolvimento dos colaboradores com os alimentos, vamos reforçar a importância de oferecer treinamento e fiscalizar o cumprimento dos procedimentos certos. Isso inclui:

  • o uso dos uniformes somente na área de preparo dos alimentos (e as peças devem ser trocadas diariamente);
  • a utilização de cabelos presos, cobertos por toucas ou redes, a fim de mantê-los firmes e sem risco de cair sobre os alimentos;
  • a proibição do uso de acessórios nas áreas de alimentação (como brincos, anéis, relógios e pulseiras);
  • a higienização das mãos e braços (até a altura do cotovelo), mesmo que os colaboradores utilizem luva para trabalhar.

Além disso, eles também precisam estar conscientes de manter o local constantemente limpo. Evitar resto de alimentos e higienizar os equipamentos todos os dias depois do expediente são as ações mais básicas que devem ser colocadas em prática.

Manter alimentos perecíveis e congelados a uma temperatura adequada

Alimentos perecíveis são os mais sensíveis e sujeitos a perdas. Se eles já se degradam rapidamente mesmo nas condições ideais, imagine só quando o ambiente não é favorável — a multiplicação dos microrganismos é bem mais rápida.

O mesmo vale para os produtos congelados e resfriados que, caso não sejam acondicionados na temperatura adequada, se tornam impróprio para consumo e podem até provocar uma intoxicação alimentar.

Na hora de adquirir esses alimentos e fazer o processo de recebimento, garanta que eles não passem mais de duas horas fora do ambiente refrigerado, principalmente se você faz a estocagem dos itens no seu estabelecimento.

Então, nada de desligar os freezers para economizar na conta de luz, combinado?

Atender às normas da vigilância sanitária é uma das principais ações para que o seu estabelecimento continue firme no mercado. Tanto no sentido de evitar punições que prejudicam a saúde financeira do negócio quanto para garantir uma boa imagem e conquistar a confiança dos clientes (o que é fundamental para vender mais e ser bem-sucedido na região).

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